Aprendendo com Barack Obama – Estratégias digitais para as eleições 2010

Enquanto Hillary Clinton, esposa de um ex-presidente americano, e John McCain, um respeitado senador americano, pensavam como iriam se enfrentar na disputa eleitoral americana, surge um jovem afro-americano, nascido em Honolulu, Havaí, com sobrenome árabe, que sai do quase anonimato para tornar-se o 44º presidente americano, com uma estratégia de campanha fortemente baseada em redes sociais, mensagens de celular, voluntários e micro-financiamento.

Mas, apesar do grande feito de Barack Obama, a maioria das pessoas desconhece o que de fato aconteceu nos Estados Unidos, e o que contribuiu para a sua eleição.

O que Obama e sua equipe fizeram com redes sociais e com a tecnologia móvel, já era feito por ele quando trabalhava em Chicago como líder e advogado comunitário na década de 90: mobilizar voluntários por uma causa justa. O que ele fez em Chicago durante seis anos para pequenas comunidades, ele conseguiu reproduzir em menos de 18 meses por todo os Estados Unidos durante as prévias e, depois, na campanha presidencial.

O que de fato mudou nestes 18anos, entre sua formatura em Harvard e sua posse como Presidente dos Estados Unidos da América, foram os meios e as tecnologias, que viabilizaram a velocidade, abrangência e a eficácia necessárias para implementar aquilo que Obama sabia que funcionava com o povo americano.

O grande mérito do atual presidente americano, que mudou a forma de se fazer política no seu país – e mudará em todo o mundo – , foi o de ficar atento à evolução dos meios, mídias e tecnologias, para usá-los, assim que fosse viável e necessário, a seu favor e, mais importante, antes que seus concorrentes tivessem coragem de fazê-lo.

Pense nisso: A grande questão é estar atualizado, ter visão e coragem de implementar uma nova ação digital antes dos seus concorrentes. Esse é o diferencial competitivo do novo milênio.

Obama começou sua campanha com uma quantidade ínfima de recursos financeiros e operacionais mas, por ter adotado as tecnologias certas no momento certo, ao final da campanha já tinha captado, com doações de campanha, mais que o dobro do que seu concorrente conservador, John McCain.

Então não interessa se neste momento você é um grande político de abrangência nacional, ou um pequeno candidato de um pequeno partido, prepare-se para o que vem por aí e passe na frente de todos.

Mas vamos aos pontos fundamentais da campanha de Barack Obama e que podem ser aplicados no Brasil na campanha eleitoral de 2010:

1. Seja social: As mídias sociais permitem criar relacionamentos duradouros com uma legião de seguidores. Não se trata de invadir o Twitter ou Orkut com mensagens publicitárias, mas permitir que as pessoas se organizem e transmitam voluntariamente sua mensagem através delas. As mídias sociais permitem que você se apresente diretamente ao eleitorado, com um custo muito mais baixo e um impacto muito maior que o da publicidade tradicional. Durante a campanha eleitoral americana, a equipe de Obama esteve presente em todas as principais redes sociais, disponibilizando material e informações para os milhares de voluntários engajados na campanha. Lembre-se de que o brasileiro já passa três vezes mais tempo na Internet que na televisão, e mais de 80% dos Internautas participam de alguma redes sociais.

2. Seja ágil: O celular é um sucesso inegável, e se tornou uma plataforma móvel para interação, navegação e envio de mensagens de texto. Assim é possível criar uma estratégia de e-mail marketing móvel, ou SMS marketing, que mobilize os voluntários e o eleitorado na campanha. Não se trata de enviar mensagens não solicitadas para milhares de pessoas, mas sim de criar uma base de voluntários que pode ser acionada de forma ágil e barata. Quando Obama iniciou sua corrida eleitoral nas prévias do partido democrata ele contou com um aliado poderoso: seu BlackBerry. A equipe de Obama cadastrou milhares de voluntários e obteve seus números de celular. A partir daí usou as mensagens SMS para distribuir tarefas, que incluíam o contato com os amigos e a obtenção de novos números de celular para aumento da base de voluntários. Antes de cada prévia os celulares dos eleitores de cada região recebiam mensagens com informações das ações necessárias e o que cada um deveria fazer. A mobilização e a agilidade alcançadas com as mensagens SMS, enviadas para os telefones celulares de milhares de voluntários, foram decisivas.

3. Seja transparente: Criar um ambiente na Internet que permita ao eleitor acompanhar a campanha, contribuir para seu candidato, e interagir com o partido, leva naturalmente ao voluntariado, à transparência, e ao micro-financiamento. O site My.BarackObama.com reproduziu as ferramentas de sucesso do Facebook e serviu a dois propósitos: Criar uma estrutura de micro-financiamento, onde voluntários se dispunham a arrecadar pequenas quantias para a campanha, e criar um ambiente de divisão de tarefas e atividades, onde os voluntários sabiam o que tinham que fazer antes mesmo da chegada da comitiva e do candidato a sua cidade. Os dois juntos representaram mais da metade dos recursos da campanha de Barack Obama.

4. Comece já: Nos novos tempos da Internet o volume de informações e a velocidade de troca são imensos. Portanto não adianta começar junto com seus concorrentes. Você deve começar antes de todos, quando ninguém pensa ainda sequer em planejar ações. A campanha de Barack Obama na Internet começou muito antes das prévias do partido, e foi crescendo e ganhando velocidade. Vencer Hilary Clinton, para muitos foi uma surpresa, mas na verdade foi fruto de um trabalho iniciado muito antes de todos os outros candidatos.

5. Seja contínuo: Não seja uma onda, seja um rio. A continuidade das relações e das atividades é fundamental para o crescimento e para a manutenção de relacionamentos duradouros. Os partidos aparecem esporadicamente, e os candidatos, que não estão no poder, só aparecem durante as campanhas. Criar um movimento contínuo, que junte eleitores e voluntários em torno de suas ideias, e na sua luta, ajuda a criar uma base forte e sólida. O site My.BarackObama.com continuou a existir mesmo após as eleições. Ele agora tem outras funções, mas mantém acessa a chama, o entusiasmo e a interação com seus eleitores.

A estratégia da campanha de Barack Obama e sua aplicação às eleições brasileiras de 2010 vão muito além deste artigo. Mas ele serve para lhe dar uma visão ampla do que pode ser feito. Se você quer um conselho final: Não espere, comece já. Quanto antes você iniciar, menos recursos vai investir e melhor será o resultado.

via: imasters/claudio torres

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Design: O Universo Romero Britto

http://www.romerobritto.com.br/index2.htm

Aos designers de plantão aqui vai a sugestão. As obras de Romero são realmente únicas.  Saiba um pouco mais sobre este brasileiro que ganhou o mundo com suas obras.

Romero Britto (Recife, 6 de outubro de 1963) é um pintor e escultor brasileiro.

Romero é conhecido como artista pop brasileiro, sendo radicado em Miami. Suas obras caíram no gosto das celebridades por sua alegria, colorido e imaginação, tendo sido alçado para a fama ao realizar a ilustração de uma campanha publicitária para a vodka Absolut. Começou no mundo do “grafite” e hoje é o artista preferido de vários atores e atrizes hollywoodianos. Porém nunca obteve obteve sucesso com a crítica especializada.

Aos oito anos começou a mostrar interesse e talento pelas artes. Com muita imaginação e criatividade, pintava em sucatas, papelão e jornal. Sua família o ajudava a desenvolver seu talento natural, dando-lhe livros de arte para estudar.

Aos 14 anos fez sua primeira exibição pública e vendeu seu primeiro quadro à Organização dos Estados Americanos. Embora encorajado por este sucesso precoce, as circunstâncias modestas de sua vida o motivaram a estabelecer metas e a criar seu próprio futuro: “Na condição de criança pobre no Brasil, tive contato com o lado mais sombrio da humanidade. Como resultado, passei a pintar para trazer luz e cor para minha vida.”

Freqüentou escolas públicas, recebeu bolsa de estudos para uma escola preparatória e, aos 17 anos, entrou na Universidade Católica de Pernambuco, no curso de Direito. Viajou para a Europa para visitar lugares novos e ver a arte que só conhecia nos livros.

Na maioria das obras de Romero Britto, ele usa textura gráfica e, geralmente, elas tratam de assuntos importantes para o dia-a-dia. Suas obras, na maioria das vezes, não são exatamente iguais à realidade, pois apresentam linhas, pontos, divisões e fragmentos de sua assinatura (em grande parte das obras).

Atualmente, Romero mora nos Estados Unidos da América, e é casado com a estadunidense Sharon, com quem tem um filho.

(fonte: wiki)

Novidade!!! Meu DVD em VB.Net e Web-Developer

Pessoal (leitores, amigos, alunos que por aqui passam),

Mega Novidade no ar. Agora já posso contar a Nova… 😉

Há algum tempo tive o convite de trabalhar no desenvolvimento de um projeto. Na época não podia contar pois estávamos alinhando contratos, cláusulas, direitos autorias, … e consulta advogado daqui, consulta advogado dali…

No primeiro semestre de 2009 estaremos lançando uma série de 8 DVD´s sobre VB.Net e Web-Developer. Estamos realizando uma parceria com uma grande empresa líder neste mercado aqui em SP. Portanto, um super-projeto contendo vídeo totalmente explicativo e didático, com imagens, sons e vídeos de alta qualidade. Explicando passo-a-passo aplicações em Vb.Net e Desenvolvimento Web.

De antemão, os DVD´s estarão, inicialmente, disponíveis apenas nas grandes livrarias. Até final de 2009 também pretendemos estender para as maiores bancas de jornais.

Feliz????? 🙂

Muuuuuito Feliz com mais esta novidade. Só coisa boa acontecendo!

🙂

E tenho a certeza de que vão gostar muito, pois já estamos nos dedicando ao máximo (dia e noite) para que este projeto seja um sucesso e consiga em 6 meses, ficar em segundo lugar no ranking.

Qualidade, esforço e conhecimento não nos falta…

See You! Take a care!

Luciana Costa

Começando a desenvolver para a web à partir do usuário e não da máquina

O caminho mais comum e a primeira trilha percorrida por quem quer trabalhar com web design é aprender “como fazer” as coisas tecnicamente falando. Obviamente isso é muito importante mas é apenas um lado da moeda de um bom profissional. A preocupação do programador ou do web designer no geral acaba sendo apenas se o trabalho dele não está “dando pau”, se o site está renderizando corretamente e se o browser está interpretando tudo exatamente da forma como ele planejou. Ou seja, se a “máquina” ficou “feliz”, está tudo ok ! O objetivo de um web designer não é criar coisas bonitas e que funcionem bem no HTML e CSS, e sim criar ambientes agradáveis e fáceis de usar. Achou confuso?Vamos ver mais sobre isso.

Como as coisas geralmente são

O processo mais comum da formação de um web designer até sua profissionalização está focado na “máquina” e em como ser o melhor amigo dela. Como fazer as coisas funcionar para as máquinas, como fazer o browser (que é uma máquina) fazer aquilo que você quer que ele faça, e como fazer o validador (máquina) da W3C validar o seu código de HTML. O aspirante a web designer começa então a aprender a desenvolver sites à partir das ferramentas de desenvolvimento. Ele instala o DreamWeaver e o Flash, lê alguns tutoriais bacanas, aprende a configurar um site localmente utilizando o IIS até publicar seu primeiro trabalho quase todo gerado pela ferramenta. De máquina para máquina, com muito amor. Com o passar das semanas aprende a fazer alguns refinamentos, uns efeitos de Photoshop aqui e um banerzinho em flash ali e já até consegue sentir confiança suficiente para fazer o site do supermercado do tio gente boa. Alguém aí conhece essa história?

Com o passar do tempo, naturalmente ele acaba aprendendo a escrever HTML “na mão”, toma conhecimento dos padrões web (os famosos web standards) e fica todo empolgado com as maravilhas do CSS. Já se passaram 3 anos desde que começou a trabalhar como “web designer” e 2 desde que conseguiu seu primeiro emprego e o antigo “aspirante” hoje já tem uma boa experiência para contar. Nesse período então ele se depara com um termo que balança seus conceitos e tudo o que ele acreditava saber de web: “usabilidade”.

Como as coisas deveriam ser

O trecho acima narra o caminho natural de quem aprende sozinho, sem uma formação específica e não há do que se envergonhar. Pelo contrário, eu admiro muito mais os profissionais bem sucedidos hoje que aprenderam boa parte do que sabem e entraram neste fascinante mundo do desenvolvimento estudando sozinhos do que aqueles que só conseguem aprender algo se alguém lhes ensinar diretamente. Se pensarmos bem só agora o acesso a certas informações estão se popularizando e hoje você só não encontra bons textos falando sobre usabilidade em português se você não souber usar o Google. Até hoje eu não conheço ninguém que tenha se tornado desenvolvedor por que ficou fascinado com usabilidade. Se tiver alguém aqui lendo este texto que começou pela usabilidade, por favor, dê seu testemunho aqui! Mas eu acredito que com boas fontes na web e um pouco de tempo, será possível ter em alguns anos profissionais que aprenderam sozinhos a trabalhar com web, pensando primeiro no design como um processo de encontrar um equilíbrio entre forma e função antes mesmo de pensar em como o HTML vai ficar. Será que estou sonhando alto?

Criar sites para web deve trazer inato o pensamento de criar sites onde as pessoas vão utilizá-lo para buscar informações. No passado, há uns 10 anos atrás, as empresas queriam estar na “internet” simplesmente por estar, por status. Os sites das empresas se pareciam mais com “folders” do que com o que hoje conhecemos por “sites”, onde o usuário interage, procura informações, faz compras, deixa comentários etc. A preocupação de sites assim no passado era exclusivamente estética, não existia o que “usar”, porque tudo ali era apenas para “ver”. Hoje não temos mais este cenário, e design para web deve ser encarado como um processo de encontrar um equilíbrio entre a forma estética e função (usabilidade) e não mais com o foco apenas no “funciona e está bonito”. Demonstre essa preocupação no seu portifólio que a vaga é sua!

Como começar?

Eu entendo perfeitamente o que é começar a trabalhar com algo novo sem saber nada sobre aquilo. Pode ser desesperador. E se me permite, me deixe te dar alguns conselhos. Se quer ser um web designer promissor antes de mais nada, navegue muito na web, faça cadastro em comunidades, faça compras, tenha várias contas de e-mails de diferentes empresas como Gmail, Yahoo, HotMail etc, leia sobre web, procure por estatísticas e utilize qualquer serviço que encontrar pela frente. Observe em todos estes lugares o quão fácil de usar eles são, o quão organizados estes ambientes são e o quão belo eles são ou deixam de ser.

Estude um programa de edição de imagens como o Photoshop e aprenda a trabalhar com HTML e CSS e aprenda essas coisas em mais de uma ferramenta. Com o tempo você vai ver que, por mais que goste mais de um aplicativo do que outro, não é a ferramenta que faz a diferença, e sim seus conhecimentos de HTML e CSS. Aprenda o básico da web. E em tudo o que você for fazer, pense na usabilidade daquilo, em como as coisas estão organizadas etc.

Leia sobre design, cores, fotografia, tipologia. Aprenda a escrever decentemente se ainda não sabe. Enquanto você não adquire conhecimentos de métricas e marketing para obter suas próprias estatísticas, tente se basear no conhecimento de outros profissionais e nas estatísticas que eles fornecem.Leia sobre acessibilidade e SEO e em como deixar o código do seu site otimizado tanto para os mecanismos de buscas quanto para pessoas com necessidades especiais. Inicie uma cruzada pessoal para entender um conceito chamado “design centrado no usuário”. Depois que entender plenamente o que isso significa, você vai encarar o desenvolvimento para a web de uma forma completamente diferente.

Pense que a interface que você está criando é para pessoas e não para o validador da W3C. É melhor ter um site em que as pessoas conseguem facilmente encontrar as informações que procuram do que um site difícil de usar e semanticamente correto. Mas é melhor ainda ter as duas expertises. Parafraseando Jesus, você deve se perguntar: o HTML foi feito para os usuários ou os usuários foram feitos para o HTML? O design deve ser escravo do usuário ou o usuário é quem deve ser escravo daquele seu design lindo, feito todo em Flash e que poucos conseguem navegar? Se tivesse que sacrificar alguém, quem você escolheria? Se você prefere sacrificar o “usuário”, você ainda está longe de ser um desenvolvedor para a web.

Máquina a serviço dos usuários usuários

Em resumo, você não deve nunca e em nenhuma hipótese, deixar de entender como “as máquinas funcionam”, como fazer com que tudo funcione corretamente e que seu código fique perfeito. Estude web standards, metodologias de desenvolvimento, acessibilidade, SEO, microformats, javascript e tudo aquilo que te fará um expert tecnicamente. Isto é muito importante. Mas isso só faz sentido se você pensar que o resultado final será para o usuário e não para você mesmo ou para agradar seu browser preferido ou os mecanismos de buscas. Em nenhum momento eu quis colocar a expertise técnica como algo antagônico a usabilidade ou antagônico ao foco no usuário. Pelo contrário. Mas é você que não deve enxergar o desenvolvimento para web como algo independente do objetivo final, que é o seu cliente/usuário.

Por: Henrique Costa Pereira(revolucaoetc)

Nova Revolução Digital: Web 2.0

Por: Luciana Costa – Publicado no 40Graus – em nov/2006

E-mail: nlcosta@gmail.com

Aviso: Proibida a cópia parcial ou integral deste artigo sem autorização prévia e oficial da autora.


Prepare-se para a nova Internet (que já está acontecendo).
Trata-se de uma avalanche de aplicativos e serviços via Web, associada à interação ativa do usuário.

É o mundo virtual mais próximo do mundo real.

A Web 2.0 oferece, a você, o poder da informação nela publicada.
Isto mesmo! Você, usuário, é considerado a peça-chave de integração e interação desta nova febre.

O novo conceito está deixando a Internet tradicional de cabeça para baixo. A Web 2.0 está invadindo o mundo da navegação com novas tecnologias, conceitos, recursos e equipamentos.

Apesar dos rumores em 2004/2005, acredita-se que este ano seja realmente consumado o conceito de Web 2.0, obviamente com melhorias ao longo do tempo.

Diante de tamanha tecnologia, não implica que você deverá estar à frente de um computador para ter acesso às informações. Com a Web 2.0 qualquer equipamento que tenha acesso à rede pode levar o usuário a navegação. Um exemplo simples é o celular e outros dispositivos que estão surgindo.

Conseqüentemente temos então a nova face do software, o que não necessariamente, o teremos instalado no PC, uma vez que podemos rodar o que quisermos no navegador. Portanto, pouco importa onde você esteja, o que realmente faz valer é: a informação ao seu alcance, a qualquer hora e em qualquer lugar.

Linguagens dinâmicas como o PHP, Java, Ruby e tecnologias como Ájax, APIs, RSS, XML estão a todo vapor a fim de disponibilizar a revolução da Internet.

A Microsoft não poderia ficar de fora, o Windows Live é um de seus produtos que utilizam a nova tecnologia onde o usuário pode determinar a interface, módulos, etc

Um outro exemplo é a gigante Google, empresa responsável pelo Gmail, Google Maps, Google Talk, Google Base, Orkut, entre outros, que utiliza em suas aplicações o Ájax. E que em parceria com a Sun Microsystems está projetando um concorrente do Office voltado totalmente para o ambiente Web.

A Microsoft que se cuide!

Quer outros exemplos? Yahoo, Wikipedia, YouTube (site de compartilhamento de vídeos com número médio de acessos por dia em torno de 40 milhões), Del.icio.us, Digg, Eu Curti (a versão verde-amarela do Digg), onde os usuários podem eleger o que será publicado site.

Interessante também são: Zoho Sheet (planilha on-line), AjaxSketch (voltado a desenho e diagramas diretamente no navegador), YouOS (editor de textos que permite gerar PDFs) e Goffice (www.numsum.com, pacote de escritório online), são inúmeros.

Outras empresas, porém de menor porte, também estão aderindo a nova tecnologia, tais como a Netvibes (www.netvibes.com) e Think Free (online.thinkfree.com).

Bom, então podemos ter dois conceitos da Internet:

– Internet 1.0: Tradicional – Refere-se a um modelo digital da mídia impressa, composta de sites que publicavam conteúdo, na qual o usuário é o coadjuvante. Cabendo a ele a leitura da informação;

– Internet 2.0: Participativa – “A internet é uma plataforma onde rodam programas de gestão de informações”, no qual os próprios usuários (protagonistas – atores principais deste novo cenário) interagem ativamente em seu conteúdo.

É leitor, ficam as perguntas: Será que a Internet substituirá o Desktop? Será que voltaremos aos velhos tempos dos terminais burros (porém com novos recursos tecnológicos)? Será que o ambiente Web está virando Plataforma?

Até o próximo artigo!

Luciana Costa