HTC One é candidato ao posto de melhor smartphone do mercado

Há meses estou estudando a possibilidade de me livrar do meu obsoleto Nokia Symbian.. meu foco tem sido sempre  ao redor dos IT SMARTPHONES do momento: Iphone 5S da Apple ou Galaxy S IV da Samsung?

Lendo esta matéria na FolhaTec… estou repensando custo x tecnologia x benefício (sem esquecer que assistência técnica também entra no escopo a ser avaliado).

Mas ainda tenho dúvidas sobre a HTC   😦

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O HTC One, com tela de 4,7 polegadas e Android 4.1 durante a feira WMC, de dispositivos móveis, em Barcelona

Ele foi lançado no último dia 19, em antecipação ao Mobile World Congress, mas é no evento que acontece em Barcelona que as pessoas têm a chance de conhecê-lo mais de perto.

Logo de cara, ele chama a atenção pela tela, que tem resolução Full HD e densidade de 468 ppp (pixels por polegada), o que gera altíssima nitidez –o iPhone 5, com sua tela Retina, tem 326 ppp. Seu brilho é bom e as cores são equilibradas.

As 4,7 polegadas da tela parecem ainda maiores pelo fato de as bordas em volta da tela serem bem finas. Passa a impressão de que você carrega apenas o software na mão.

A interface aplicada ao Android 4.1, batizada de Sense, é atraente e parece com a do Windows Phone, com um mosaico de apps e informações –é uma alternativa para quem prefere o Android, mas acha a plataforma da Microsoft bonita.

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Dentro, ele tem um processador de quatro núcleos Snapdragon 600, da Qualcomm, e 2 Gbytes de memória. No teste da reportagem, ele se mostrou rápido, mas seria preciso mais tempo para detectar possíveis engasgos.

Ainda não há informações sobre a data de lançamento e o preço dele nos EUA.

fonte: folhaonline

Você Conhece o WhatsApp?

saiba sobre whatsapp

Hoje eu venho com uma dica bem legal para quem precisa e adora mensagens via celular.

WhatsApp é um aplicativo de celular smartphone criado para o envio de mensagens do estilo MMS entre outros aparelhos que possuam o aplicativo instalado.

Este aplicativo está disponível entre sistemas operacionais móveis Android, Blackberry, Symbian e iPhone. Sendo que para o iPhone o aplicativo não é grátis e custa cerca de US$ 0,99. Para as outras plataformas o aplicativo só é grátis por um ano, após um ano, o seu uso se torna pago e passa  custar cerca de US$ 0,99 anualmente.

A principal função do aplicativo é o envio de mensagens do estilo MMS entre outros aparelhos que possuam o aplicativo instalado. O envio é totalmente grátis e requer o uso de uma conexão, seja ela 2G, 3G ou Wifi.

Saiba como funciona o WhatsApp:

Acesse o site http://www.whatsapp.com, faça o download do app (aplicativo). Na sequencia é só instalar ele em seu aparelho de smartphone.

Este app gerará um número para o seu aparelho. É justamente este número que  serve para a troca de mensagens entre outras pessoas que utilizam o aplicativo. Simples né?! 😉

Atenção: Para que você possa enviar e receber mensagens, você precisa estar com a conexão de internet ativa e possuir o número de contatos para poder trocar SMS.

Se você fuçar (verbo típico da informatica) vai descobrir que o Whatsapp conta com várias outras funções e opções que o faz parecer em uma rede social totalmente exclusiva para quem possui um smartphone. Inclusive, uma das funções do aplicativo, é você poder criar um perfil com foto, o que fará com que outras pessoas possam te identificar com mais exatidão.

Eu fiz o download para plataforma Symbian e não fui feliz! Link vem trincado e não consegui instalar 😦

Me conte sua experiencia com o Whatsapp, sua operadora de telefonia e qual sistema você tem em seu smartphone.

Um abraço

Compare os sistemas Android, iOS e Windows Phone

Dissecamos os sistemas operacionais móveis do Google, da Apple e da Microsoft. Leia uma introdução sobre eles e veja quais se saíram melhor em diferentes atividades.

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ANDROID
Com visual renovado, o canivete suíço do Google deixa de ser um robô e fica mais humano

De uma hora para outra, todos os aparelhos com Android 2.3 (Gingerbread) parecem ter vindo de um passado distante. É que a evolução do design do sistema na versão 4 (Ice Cream Sandwich) é de impressionar. Os ícones, muito mais bonitos, flutuam em telas com visual suave, linhas finas e menus transparentes.

Quase todas as tarefas ficaram também mais rápidas, por serem acessadas em menos cliques –às vezes, em caixas de diálogo suspensas, não em novas janelas. Até o novo teclado responde melhor ao toque e conta com um sistema eficiente de predição de texto.

Com a maturação do Android, vale ressaltar a integração cada vez maior entre os aplicativos. O desenvolvedor de um software para colocar fotos em redes sociais, por exemplo, não tem mais aquele pudor de oferecer ao usuário o upload para um serviço concorrente, como o Picasa ou o Flickr.

 

IOS
Depois do toque, a voz: a Apple não cansa de mudar o jeito como você usa um celular

Quem diria que o pai da touchscreen como a conhecemos hoje encabeçaria, de novo, a tentativa de uma revolução na maneira de interagir com um smartphone? E que usaria, para isso, algo que nunca funcionou direito: comando de voz? O Siri é a grande novidade do iOS, por conseguir analisar o contexto das frases e responder a perguntas como “meu voo de São Paulo a Curitiba será cancelado?”.

Mais uma evolução está no uso dos lembretes geolocalizados (o celular pode avisá-lo sobre uma reunião quando estiver no escritório ou lembrar-lhe de colocar o feijão para cozinhar assim que você abrir a porta de casa).

Porém o sistema continua engessado nas funções de redes sociais. Ele se integra somente ao Twitter e, em todos os outros casos, depende dos aplicativos específicos, como o do Facebook.

WINDOWS PHONE
Com elegância minimalista, o sistema da Microsoft organiza o caos das redes sociais

Passear pelos menus e aplicativos do Windows Phone é como folhear uma revista. Pela concepção visual, respeitada na maioria dos programas, tudo parece fazer parte do mesmo projeto gráfico –com lajotas animadas na tela inicial e navegação fluida, sempre instigando o movimento do dedo na horizontal. Fontes, cores, disposição dos elementos: tudo demonstra um tremendo bom gosto.

A maior inovação do sistema, no entanto, talvez esteja em como ele integra às ferramentas sociais. O ícone Eu, na página principal, funciona como um hub das suas redes (Twitter, Facebook, LinkedIn e, claro, Windows Live). Até a central de games Xbox Live aposta em compartilhamento –no caso, das conquistas em jogos no PC, no videogame ou no celular.

Quais os defeitos? A busca nativa é somente pelo Bing, da Microsoft, e o navegador é muito mais lento que os de iPhone e Android.

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Saiba como um smartphone pode facilitar a sua vida

Eles são rápidos, desfilam telas gigantes, oferecem câmeras respeitáveis e podem guardar muitos arquivos.

O que deixa o seu telefone inteligente, porém, são os aplicativos. A diferença entre o aparelho apenas fazer ligações e ser uma máquina multiuso são esses pequenos programas, normalmente baixados em lojas virtuais, conhecidos como apps.

Com eles, o telefone pode se tornar, por exemplo, navegador GPS, roteador, afinador de instrumentos e até auxiliar de preparação física. Se você usa e-mail, navegador de web e redes sociais, provavelmente também faz isso por meio de aplicativos.

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Assim, a presença de apps já é um dos principais motivos para quem deseja comprar um smartphone no Brasil. A gigante das telecomunicações Ericsson anunciou uma pesquisa no último dia 17 que mostra essa tendência.

Entre os entrevistados de Brasil, Rússia e Índia, 33% apontaram os aplicativos como razão para ter um celular inteligente. Ficaram atrás apenas do acesso à internet, citado por 43%.

A popularidade dos programas também é refletida nos números das lojas virtuais. A consultoria Gartner estima que, no período que teve início no começo de 2008 e vai até o final de 2014, serão feitos 185 bilhões de downloads de aplicativos. De acordo com a empresa, os apps tiveram receita mundial de US$ 15,1 bilhões só em 2011.

Em março, a Apple, que popularizou o comércio de aplicativos para celulares ao lançar a App Store, em 2008, atingiu a marca de 25 bilhões de downloads. Ela tem um catálogo de 500 mil apps.

Para quem é novo no mundo dos smartphones, vale ficar atento, pois cada loja de aplicativos está atrelada a um sistema operacional.

A App Store só vende para aparelhos com iOS. O Google Play, que tem uma oferta de 450 mil títulos, é para celulares que rodam Android. O Marketplace (70 mil apps), da Microsoft, é voltado para usuários de Windows Phone.

Existem também a BlackBerry App World (60 mil apps), ligada aos telefones da RIM, e a Nokia Store (30 mil apps), para os aparelhos da marca que usam Symbian.

Por outro lado, os aplicativos trazem novos problemas aos usuários. Eles gastam muita bateria dos aparelhos e podem consumir dados de internet rapidinho. Com o fim dos planos ilimitados das operadoras, o consumidor pode ser surpreendido quando a conta do 3G chegar.

Depois do LinkedIn, vírus conhecido como Zeus ataca celulares

A empresa de segurança Fortinet descobriu uma modificação do vírus Zeus, responsável por ataques à rede social LinkedIn e por um rombo de 900 mil dólares em um banco da Inglaterra. Batizado de Zitmo (Zeus in The Mobile), a variação agora ataca celulares.

O método do ataque é conhecido como Html Injection. O criminoso implanta um formulário em algum site que o usuário frequente, com campos como número e modelo do celular. De posse do número ele então envia um SMS com o vírus à vítima, devidamente adaptado para o sistema operacional do aparelho (Symbian, Blackberry OS, etc).

A Fortinet diz que o Zitmo supervisiona todas as mensagens de texto e intercepta aquelas enviadas por instituições bancárias. Com as informações, os criminosos são capazes de movimentar contas e aprovar transações bancárias sem que a vítima tenha conhecimento. Para evitar a infecção, a recomendação é não responder SMS ou preencher formulários de origem desconhecida.

fonte: folha

Dia de testes de hackers em urnas do TSE termina sem ameaça ao sistema

Com rádio, ‘investigador’ capta interferência do teclado de uma urna.
Porém, ele classifica como improvável a violação do sigilo do voto.

O primeiro dia dos testes de segurança das urnas eletrônicas que serão usadas nas eleições de 2010 foi encerrado nesta terça-feira (10), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sem nenhuma ameaça que pudesse botar em cheque o sistema eleitoral brasileiro.

Único a encerrar seu plano de ação logo no primeiro dia, o especialista em tecnologia da informação Sérgio Freitas, de 35 anos, conseguiu captar interferências eletromagnéticas dos teclados da urna eletrônica, por meio do uso de aparelhos de rádio AM/FM. “Em frequencias FM, ao digitar [no teclado da urna] era possível detectar interferências com o aparelho a uma distância de 5 a 10 centímetros da urna”, explicou.

A partir da captação dos sinais, em tese seria possível detectar o voto do eleitor, pois, segundo Feitas, cada tecla tem um som específico. No entanto, ele classificou como muito improvável a possibilidade de violação do sigilo do voto do eleitor no dia de uma eleição, pois seria inviável captar interferências nas seções eleitorais

“Essa distância não é significativa em termos de possibilidade de quebra do sigilo do voto. Considero, pela dificuldade, muito improvável que ocorra qualquer violação do voto do eleitor”, disse o especialista.

O hacker citou que até hoje, no mundo, se tem notícia de que interferências semelhantes tenham sido detectadas a uma distância máxima de 20 metros. “No nosso país há muito mais possibilidades para você usar do que essa tecnologia, que seria cara e dependeria de equipamentos e filtros potentes”, afirmou Freitas.

“A segurança é medida sempre em relação ao custo que se vai ter para empreender o ataque. Nesse caso, o custo seria altíssimo”, completou. Sérgio Freitas, no entanto, deixou como sugestão a blindagem das urnas para que o processo se torne 100% seguro no que diz respeito ao sigilo dos votos.

Testes

Ao longo desta terça, 17 hackers iniciaram a tentativa de fraudar as urnas. Até sexta-feira (13), um total de 38 “investigadores”, como são chamados pelo TSE, trabalharão nas cinco ilhas montadas na sede do tribunal, em Brasília.

Os hackers inscritos, a maioria especialistas em informática e tecnologia da informação, têm planos de testes que vão desde a quebra do sigilo do voto até a alteração do destino do voto digitado na urna. O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, afirmou que não acredita na possibilidade de as barreiras que protegem o sistema eleitoral serem vencidas pelos hackers.

O engenheiro da computação Valter Monteiro, representante de um grupo composto por cinco profissionais da Marinha do Brasil, disse ao G1 que sua equipe “busca a inserção de algum arquivo na urna”. Caso o objetivo seja atingido, em tese a urna eletrônica estaria sujeita a fraudes. O grupo vai participar dos quatro dias de teste. Ou seja, tentarão burlar a urna até sexta-feira (13).

No dia 20, os “investigadores” que apresentarem as três melhores ideias para o aprimoramento do sistema eleitoral receberão prêmios de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 2 mil.

Os testes são acompanhados por dois observadores internacionais da Organização dos Estados Americanos (OEA), que vieram de Washington especialmente para acompanharem a tentativa dos hackers burlarem o sistema eleitoral do Brasil. Dentre os observadores brasileiros, há representantes da Federação Nacional das Empresas de Informática, do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), do Tribunal de Contas da União (TCU), do Exército, da Câmara e da Polícia Civil do Distrito Federal.

via: g1

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Net vai entrar na briga por cliente da banda larga popular em SP

YGOR SALLES
da Folha Online

A Net Serviços de Comunicação, maior operadora de TV a cabo do país, pretende vender pacotes de internet banda larga através do Programa de Banda Larga Popular, lançado na semana passada pelo governo de São Paulo.

A ideia do programa do governo estadual é levar um serviço de internet banda larga para a faixa de população que utiliza acesso discado (dial-up) por um valor, já fixado, de R$ 29,80 por mês.

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Questionado sobre o lançamento de um produto para atender pelo programa, o presidente da Net, José Antônio Felix, disse que um pacote com essas especificações será lançado até o final do ano, assim que as equipes técnicas e de vendas estejam preparadas para oferecê-lo.

“É difícil dizer agora, mas não vejo muito motivo para não lançar [até o final do ano]”, informou o executivo durante a teleconferência de resultados da empresa no terceiro trimestre, quando a Net teve lucro de R$ 246 milhões.

O executivo disse ainda que não teme que o programa traga um problema de “canibalização” do setor –ou seja, um cliente que já possui o produto faça a mudança para o programa para gastar menos.

“É bem claro que quem já tem [internet banda larga] não pode migrar para este produto, porque estará desvirtuando o objetivo desta iniciativa, e faria com que o governo inclusive abrisse mão de uma receita [com impostos pagos com esse tipo de serviço] que já está contabilizado”, explicou Felix.

Ele ainda lembrou que, dentro do pacote mais barato que a empresa disponibiliza –por R$ 39,90, tendo ainda TV a cabo e telefone– é atraente o suficiente para que o cliente não tente a migração.

“Se ele já tem um produto de televisão e banda rápida de internet por R$ 39,90 e um telefone […], porque ele faria todo esse trabalho [de mudar o pacote] por causa de R$ 10 [da diferença de preço entre os pacotes]? Não me parece uma coisa muito coerente. Não vou dizer que não haverá um ou outro que faça isso, mas não vejo nisso um problema muito sério”, disse.

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