Net vai entrar na briga por cliente da banda larga popular em SP

YGOR SALLES
da Folha Online

A Net Serviços de Comunicação, maior operadora de TV a cabo do país, pretende vender pacotes de internet banda larga através do Programa de Banda Larga Popular, lançado na semana passada pelo governo de São Paulo.

A ideia do programa do governo estadual é levar um serviço de internet banda larga para a faixa de população que utiliza acesso discado (dial-up) por um valor, já fixado, de R$ 29,80 por mês.

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Questionado sobre o lançamento de um produto para atender pelo programa, o presidente da Net, José Antônio Felix, disse que um pacote com essas especificações será lançado até o final do ano, assim que as equipes técnicas e de vendas estejam preparadas para oferecê-lo.

“É difícil dizer agora, mas não vejo muito motivo para não lançar [até o final do ano]”, informou o executivo durante a teleconferência de resultados da empresa no terceiro trimestre, quando a Net teve lucro de R$ 246 milhões.

O executivo disse ainda que não teme que o programa traga um problema de “canibalização” do setor –ou seja, um cliente que já possui o produto faça a mudança para o programa para gastar menos.

“É bem claro que quem já tem [internet banda larga] não pode migrar para este produto, porque estará desvirtuando o objetivo desta iniciativa, e faria com que o governo inclusive abrisse mão de uma receita [com impostos pagos com esse tipo de serviço] que já está contabilizado”, explicou Felix.

Ele ainda lembrou que, dentro do pacote mais barato que a empresa disponibiliza –por R$ 39,90, tendo ainda TV a cabo e telefone– é atraente o suficiente para que o cliente não tente a migração.

“Se ele já tem um produto de televisão e banda rápida de internet por R$ 39,90 e um telefone […], porque ele faria todo esse trabalho [de mudar o pacote] por causa de R$ 10 [da diferença de preço entre os pacotes]? Não me parece uma coisa muito coerente. Não vou dizer que não haverá um ou outro que faça isso, mas não vejo nisso um problema muito sério”, disse.

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Mulher é presa por “cutucar” usuária do Facebook nos EUA

da Folha Online

Uma mulher foi presa nos Estados Unidos por “cutucar” alguém no site de relacionamentos Facebook. Shannon Jackson, 36, violou uma ordem de proteção, que restringe uma pessoa de se aproximar de outra, pelo uso de uma ferramenta do site, cujo intuito é chamar a atenção de outra pessoa.

De acordo com o jornal britânico “The Daily Telegraph”, a ordem foi obtida anteriormente por uma mulher que recebeu a cutucada de Jackson, que a proíbe de efetuar “telefonemas, entrar em contato ou qualquer outra forma de comunicação com a requerente”.

Ainda de acordo com o diário, enquanto intervenções da polícia para impedir assédio on-line não são incomuns, tudo indica que este foi um dos primeiros casos de alguém que está sendo detido por uma “cutucada” –uma das formas mais rudimentares da comunicação virtual.

A ferramenta, que permite aos usuários do Facebook conhecerem outros usuários no site sem envio de uma mensagem, é bastante usada por membros a fim de se comunicar com amigos, ou até mesmo para flerte com pessoas desconhecidas.

Policiais de Hendersonville, Tenesse, obtiveram a cópia da tela (printscreen) do perfil da vítima no Facebook, no qual aparecia a cutucada.

Jackson, que vive em Hendersonville, pode pegar um ano de prisão, além de uma multa de US$ 2.500, caso ela seja considerada culpada por violação da ordem de proteção. Ela deve voltar à Corte no final deste mês.

Embora a prisão pela “cutucada” talvez não tenha precedentes, não se trata da primeira vez que a comunicação via Facebook leva alguém à prisão. No começo desse mês, um assaltante na Itália foi detido depois de logar no site de relacionamentos enquanto roubava a vítima.

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Governo federal quer apresentar estatuto para internet

da Folha Online

O governo federal quer uma regulamentação civil para internet, a fim de determinar a responsabilidade civil dos usuários e dos provedores.

A abertura de canal para opiniões e argumentos sobre o que deveria ser regulado será feita por intermédio de um blog adaptado, cujo lançamento vai ocorrer até o final deste mês.

Os temas que o governo deseja discutir são responsabilidade civil de provedores e usuários, a privacidade dos dados, a neutralidade da rede (vedação de discriminação ou filtragem de conteúdo, seja política, seja econômica, seja jurídica) e os direitos fundamentais do internauta, como a liberdade de expressão. O blog colherá opiniões durante 45 dias.

Além das discussões propostas para um marco civil para internet, a intenção também é enfraquecer a Lei Azeredo, para construir uma proposta criminal mais “enxuta”. Alguns pontos da lei, no entanto, devem ser aproveitados –como a criminalização da falsificação de documentos eletrônicos.

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Netiqueta?

O que é isto?

Simples… bem simples!!

Vejamos:

Ao conjunto de regras de etiqueta (comportamento) na Internet, chamamos Netiqueta. Essas regras refletem normas gerais de bom senso para a convivência dos milhões de usuários na rede.


Para que serve a “Netiqueta” ?

Mesmo antes das cidades e das sociedades urbanas como as conhecemos hoje, já existiam normas que guiavam a boa convivência entre os seres humanos. Sem um acordo sobre regras básicas de convivência, não seriam possíveis a civilização e as cidades.

Com muito esforço de várias gerações, o Brasil é hoje um Estado democrático de Direito, no qual todos os cidadãos têm garantidos pela Constituição os Direitos Humanos fundamentais. Sabemos que a Constituição no papel é uma base fundamental da democracia, mas é preciso praticar e exigir o cumprimento progressivo de tudo o que está previsto como direito.

Na prática, depende de cada um de nós sermos educados para respeitar uns aos outros e estabelecer relações sociais pacíficas. Na Internet, não pode ser diferente. Se não fizermos esforço para ter uma convivência legal, ela pode se tornar um lugar demasiamente perigoso ou desagradável.

O que chamamos de Netiqueta nada mais é que o conjunto de normas de conduta usadas no cotidiano para conduzir melhor as relações humanas na Internet, tendo em vista o respeito aos direitos e aos deveres de cada um com suas diferenças. Não confunda Netiqueta com aquelas regras de boas maneiras para ser mais chique ou esnobe. Estas têm apenas como objetivo fazer alguém parecer mais rico ou mais importante do que as outras pessoas, e isso não é legal.

Netiqueta é para quem deseja que a Internet continue sendo um lugar legal para encontrar pessoas, trocar idéias, músicas e vídeos com o mínimo de violência e perigo. Temos desenvolvido nossas relações sociais no ambiente da Internet, por isso são necessárias outras regras de convívio e de comunicação para assegurar a boa convivência na rede, esse é o objetivo da “Netiqueta”.

Seja educado e cordial também na Internet

Como a Internet e a comunicação dentro do ambiente virtual ainda são fatos relativamente novos, as regras de comportamento estão sendo construídas aos poucos por todos os internautas. Mesmo assim, já podemos arriscar a fazer uma lista de normas básicas no ambiente virtual que já valem para muitos internautas que conversam por Chat, E-mail ou Comunicador Instantâneo.

Abaixo algumas sugestões de netiquetas que podem contribuir para o uso educado e seguro da Internet:

  • Cumprimente as pessoas com as quais vai conversar. Nunca é demais um Bom dia;
  • Utilize poucos emoticons, tanto em salas de bate-papo quanto nos e-mails. Eles são úteis para expressar emoções e dar uma idéia de expressão facial e tom de voz; entretanto, podem poluir e dificultar a comunicação;
  • Evite utilizar letras maiúsculas para expressar sentimentos, conversar ou passar e-mails: letras maiúsculas no ambiente virtual significam falar alto ou gritar com o correspondente e isso pode ser mal interpretado;
  • Evite gírias pesadas e palavrões;
  • Evite mensagem pública e recados: se você precisa se dirigir à determinada pessoa, faça isso diretamente na conta de e-mail pessoal dela;
  • Evite encaminhar e-mails para todos os contatos. Nunca pratique spam;
  • Não abra e-mail de desconhecidos, estes podem conter vírus que, além de prejudicar seu equipamento, podem roubar senhas pessoais e causar grande prejuízo;
  • Não deixe ninguém esperando por resposta em chats. É sempre legal ser educado e atencioso;
  • Se quiser interromper a conversa, avise e se despeça antes de desligar;
  • Não envie aquilo que você não gostaria de receber;
  • Sempre informe o assunto da mensagem de forma clara e específica, no caso dos e-mails;
  • Faça a verificação gramatical e ortográfica de seu texto. É desagradável receber mensagens cheias de erros ou sem pontuação correta;
  • Não envie mensagens com exagero de caracteres de deslocamento de texto, no lado esquerdo (>). Isto torna a leitura difícil, e cada vez que um usuário re-envia ou responde um e-mail, o texto vai sendo deslocado, provocando um acúmulo de caracteres simbolizados por “>”.
  • Evite enviar arquivos grandes sem prévio conhecimento do correspondente. Isso pode levá-lo a exceder o espaço disponível da conta, dificultando o recebimento de outros e-mails;
  • Nunca encaminhe e-mails com a listagem de remetentes anteriores. Além de ser desagradável, os e-mails podem parar nas mãos mal intencionadas. Por isso, envie seus e-mails com CCO (Com Cópia Oculta), assim nenhum endereço fica aparente. Pense bem: você distribui na rua sua caderneta de contatos telefônicos? Por que fará com seus contatos de email?;
  • Não passe adiante correntes, simpatias e boatos. Use seu senso crítico, não acredite em tudo que você recebe via e-mail, delete;
  • Em sites de relacionamento (como Orkut, MySpace, Facebook, Hi5, entre outros), não divulgue seus dados pessoais, pois o mais inocente dos dados (e-mail pessoal, escola em que estuda, lugares que freqüenta) pode servir como base de investigação para pessoas mal intencionadas descobrirem dados mais importantes e utilizá-los em chantagens para te prejudicar;
  • Quando criar um blog ou um site, preze pela acessibilidade de todos usuários da Internet. Existem recursos que, quando implementados, proporcionam a navegação para mais internautas, promovendo a inclusão digital.

via: safernet

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Microsoft é proibida de vender Word nos EUA

A Corte Distrital de Justiça do Texas (EUA) determinou que a Microsoft está proibida de vender o Word no país. A empresa terá até 60 dias para cumprir a determinação.

A sanção é resultado da derrota em uma ação movida em 2007 pela i4i, desenvolvedora de software para manipulação de documentos, que alegou que a companhia infringiu intencionalmente uma de suas patentes no Word e no sistema operacional Windows Vista.

A Microsoft foi condenada a pagar multa de US$ 290 milhões de indenização à i4i. Além disso, a empresa também foi proibida de comercializar qualquer aplicativo que abra extensões .XML,.DOCX ou .DOCM nos Estados Unidos, fato que impede a venda do Word.

De acordo com informações de sites estrangeiros especializados em tecnologia e de agências internacionais, a Microsoft não concordou com a decisão e irá recorrer da sentença.

fonte: TIinside

:: LUCIANA COSTA ::

Crimes virtuais custam mais de US$ 1 trilhão às empresas, diz pesquisa

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Estudo da McAfee diz que número de softwares maliciosos cresceu 400%

A empresa de segurança em tecnologia McAfee informou nesta quinta-feira (29) que os custos devido ao risco de roubo de dados ou outros cibercrimes ultrapassam US$ 1 trilhão às corporações no mundo, tanto em perdas por propriedade intelectual quanto em reparos por ataques.

A empresa lançou a pesquisa logo após detectar uma disseminação rápida de um software malicioso no ano passado. Segundo o executivo-chefe David DeWalt, os malwares (softwares maliciosos) aumentaram 400% em 2008.

Esses tipos de malwares foram concebidos para roubar seus dados, identidade, dinheiro, e em muitos casos, a sofisticação era muito alarmante”, disse DeWalt no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

O levantamento, feito em 800 empresas no Brasil e em mais sete países, mostrou que 80% dos malwares são destinados a algum tipo de fraude financeira. Segundo o relatório, 42% das empresas afirmaram que a demissão de empregados foi a maior ameaça à segurança de seus dados.

O aumento da disponibilidade e de poder de dispositivos de armazenamento removíveis, como celulares, netbooks e pen-drives fez com que o furto ou perda de dados se tornasse mais fácil.

Dados roubados ou perdidos acidentalmente, segundo DeWalt, podem custar caro para reposição, ou até mesmo causar danos à reputação de uma empresa ou marca.

Em abril do ano passado, por exemplo, a loja de descontos varejistas TJX afirmou que pagaria até US$ 24 milhões como parte de um acordo com a empresa de cartões de crédito MasterCard, devido a uma falha de segurança que colocou dados de milhões de clientes em risco.

da Reuters, em Davos /folhaonline

Softwares se adaptam ao acordo ortográfico

Oi pessoas,

Tudo bem? Comigo tudo na paz . Diante de tamanho impacto quanto as mudanças ortográficas optei (e assim foi necessário)  voltar a estudar a NOVAS ALTERAÇÕES DA LÍNGUA PORTUGUESA.

Pois ainda escrevo a palavra vôo (com acento)! E tal palavra não mais é acentuada. Meu Deus! 😦

E no quesito corretor ortográfico dos aplicativos? Bem… segue um artigo da Folha que compartilho com vocês:

Um dos impactos do Acordo Ortográfico, assinado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, se dará sobre a informática, a começar pelos verificadores ortográficos dos editores de texto.

Segundo a Microsoft, a atualização do corretor do pacote Office será gratuita para todos os usuários.

O Acordo Ortográfico mudará a grafia de aproximadamente 0,5% das palavras no Brasil. Mudanças como o fim do trema, do acento agudo em ditongos abertos (“idéia” será “ideia”) e do acento circunflexo com duplos “e” e “o” (“vôo” será “voo”) ocorrerão gradativamente de 1º de janeiro do próximo ano até 2012.

Segundo Eduardo Campos, gerente-geral da divisão de produtividade e colaboração da Microsoft, ainda não foi definida a data em que a atualização do Office estará disponível, “mas há um comprometimento da Microsoft em colocar isso à disposição dentro do prazo estabelecido pelo governo”.

“Essa atualização poderá vir dentro de um service pack [pacote de atualizações], que acontece de tempos em tempos nos produtos, ou, eventualmente, pode até haver uma atualização específica para o Office do Brasil”, afirmou Campos.

Assim como é possível manter em uma mesma instalação do Office corretores ortográficos de idiomas diferentes, você também poderá deixar dicionários adaptados para a ortografia atual e para a nova, segundo Campos.

O gerente-geral explicou ainda que as interfaces dos programas da Microsoft –os menus do Windows, por exemplo– serão adaptadas gradativamente até 2012.

BrOffice.org

Um dos maiores concorrentes do Office, o pacote gratuito BrOffice.org saiu na frente: colocou para download, em julho deste ano, o verificador atualizado para a reforma.

O corretor pode ser baixado gratuitamente em www.broffice.org/verortografico. Depois, é necessário descompactar os arquivos e, no Windows, copiá-los para a pasta C:Arquivos de programas\BrOffice.org2.3share\dictooo.

Nos testes da Folha, o verificador se saiu bem ao analisar frases como “Eles crêem ter uma boa idéia para tranqüilizar os passageiros do vôo” (que se tornará “Eles creem ter uma boa ideia para tranquilizar os passageiros do voo”).

Coordenado por Raimundo Santos Moura, o processo de atualização do corretor ortográfico já envolveu 82 voluntários.

“É fácil colaborar. Você observa, ao digitar um determinado texto no BrOffice.org, que uma palavra correta ficou grifada em vermelho. Aí você nos envia um e-mail relatando esta palavra”, diz um texto no site.

Fonte: folha on line

:: LUCIANA COSTA ::