Celulares velhos valem US$ 15 mil por tonelada, diz estudo

Olá pessoal,

Lembro quando fiz minha primeira pós-graduação que minha professora (Marcia Ito – FATEC) comentou em sala na aula de robótica (se nao me engano) que o futuro era Meio Ambiente e Ecologia (e olha que não tem tannnnnnto tempo)  😉

Hoje é um assunto muito comum pois sempre ouvimos ou vemos algo correlato a “ECOTUDO” mas em 2000 este assunto de certa forma me pareceu um tanto estranho… Como extrair algo proveitável do lixo? Como faturar algo sobre o que as pessoas descartam?!

Pra você ter uma idéia: celulares em abundancia como existem hoje na na ni na não —–> não havia tal abundancia mesmo porque eram muito mais caros e tinham que durar por anos (pelo menos para eu que tinha que ralar pagando faculdade, trasnporte e plano mensal de celular)  😉

Mas o tempo passou e o assunto de alguns anos para cá é justamente o “ECOTUDO”.

Minha sugestão de hoje é este artigo (logo abaixo) extraído da folha de sp (online) onde explica bem o resultado dos tempos atuais.

Uma tonelada de celulares velhos contém metais no valor de US$ 15 mil dólares, e o mundo precisa de regras melhores para enfrentar as crescentes montanhas de lixo eletrônico nos países em desenvolvimento, observou uma aliança apoiada pela ONU na terça-feira (15).

“Muito equipamento termina no lixo” em países pobres, disse Rüdiger Kühr, chefe do secretariado da StEP (Solving the E-waste Problem), cujos mantenedores incluem agências da ONU e empresas como Microsoft e Nokia.

“Os processos e diretrizes que regem a reutilização e reciclagem de produtos eletrônicos precisam ser padronizados mundialmente a fim de conter e reverter o crescente problema do lixo eletrônico ilegal e do desperdício”, afirma um comunicado da StEP.

Kühr disse que a StEP, baseada em Bonn e criada em 2007, havia recolhido ideias em um encontro envolvendo 15 países, este mês, sobre melhores maneiras de limpar e regular as exportações.

Uma tonelada de celulares usados, ou cerca de seis mil aparelhos, contém por volta de 3,5 quilos de prata, 340 gramas de ouro, 140 gramas de paládio e 130 quilos de cobre, informou a StEP. Uma bateria de celular contém mais 3,5 gramas de cobre.

“O valor combinado desses metais supera os 15 mil dólares, a preços atuais”, afirmou a organização.

Muito lixo eletrônico é enviado a países em desenvolvimento, com a exploração de lacunas que permitem a exportação de computadores e televisores para reutilização no exterior, disse Kühr. Mas boa parte dessas exportações é formada por lixo ilegalmente exportado.

“Com muita frequência, o lixo eletrônico é incinerado, nos países em desenvolvimento, para a recuperação de metais”, afirmou a StEP. É um método barato e potencialmente lucrativo, mas emite toxinas, entre as quais metais pesados e dioxinas.

“A reciclagem, se conduzida devidamente, custa caro,” disse Kühr. Ele afirmou que existem pelo menos 700 contêineres de lixo eletrônico à espera em portos da África Ocidental, parte de uma montanha de cerca de 40 milhões a 50 milhões de lixo elétrico e eletrônico gerada a cada ano.

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