“Speedy é querido”, afirma executivo da Telefônica

Bom… particularmente como profissional da área de TI e Telecomunicações e principalmente como CLIENTE DO SPEDDY… discordo (no momento) plenamente da opinião de Fabio Bruggioni.

Creio que seja muito mais odiado a querido. Infelizmente pagamos um serviço de banda-larga (caro, muito caro) que não corresponde em qualidade e e nem desempenho ao serviço adquirido.

Exemplo:

link de 2 megas (tido como um bom link) —-> roda atualmente em 772Kbps.

Temos constantes lentidões, várias aberturas de chamados com soluções “quebra-galho” e quando chove então… nem se fala!

Estratégia e blá, blá, blá de marketing todos tem, porém qualidade e resultados… poucos, muito poucos!!!

Odiado ou querido??? Odiado, com certeza!

bdss

“Não vamos olhar o passado, vamos olhar para o futuro. Vimos que o Speedy é importante, é querido”. Foi com essa frase que o diretor-executivo de clientes residenciais da empresa, Fabio Bruggioni, definiu a retomada das vendas do serviço de banda larga, durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (31).

Enquete: Você concorda com a declaração? Vote!

De acordo com a companhia, o número de vendas dos pacotes do serviço vão chegar a 20 mil nesta segunda, desde que as vendas foram liberadas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), em 26 de junho.

Hoje, a empresa também anunciou que a sua rede está “100% contingenciada e 100% protegida”.

“Há processos muito complexos, em uma rede do tamanho da nossa”, disse o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente. “A probabilidade de falha é mínima.”

De acordo com a empresa, alguns problemas de estabilidade podem ocorrer, uma vez que “nenhuma rede no mundo é totalmente estável”.

A companhia afirmou ainda que reduziu a oferta de pacotes entre 30% e 50%, a partir da base oferecida antes da proibição da Anatel.

Histórico

No dia 22 de junho, uma medida cautelar emitida pela Anatel suspendeu as vendas do Speedy devido às sucessivas panes no serviço de banda larga fornecido pela empresa.

Quase um mês depois, a companhia anunciou, em entrevista coletiva com a cúpula, que a primeira parte do seu plano de trabalho para reestruturação do serviço de banda larga Speedy fora concluída. A partir disso, o usuário teria estabilidade na conexão, nas palavras do diretor executivo de rede da companhia, Fabio Michelli. Além do planejamento técnico, a empresa também articulava mudanças com o intuito de melhorar as vendas e o atendimento ao cliente.

Na ocasião, a Telefônica também informou que iria pleitear a retomada das vendas do Speedy. O pedido, entretanto, foi rejeitado pela Anatel, sob alegação de que a compra de novos equipamentos e realização de investimentos ainda não foram suficientes.

As sucessivas panes no Speedy derrubaram as vendas do serviço de banda larga da Telefônica no segundo trimestre de 2009. O período (abril a junho) refletiu sobretudo o impacto das falhas, já que a suspensão de vendas feita pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) pegou apenas oito dias do trimestre em questão.

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